Domingo, 30 de Agosto de 2009

Minhas pétalas de rosa reluzentes na calçada, eu sempre disse que ler o vestidinho cor de rosa era de valor e a prova disso é que hoje vos trago um exclusivo! (Oba oba!)

E não sejam ingratos que bem que o podia ter vendido à Caras ou à VIP mas não, gosto mais de vocês.

Fiquem vocês a saber que aquela húngara (à falta de melhor adjectivo qualitativo não perjurativo) da Orsi Féher desfila pelas ruas de Cascais acompanhada do Senhor Quique Flores, esse protótipo de toureiro da Moita.

A qualidade é fraca (porque a companhia era "xoninhax" e não quis atravessar a estrada) e por isso vão ter de acreditar em mim quando vos digo que eles frequentam essa soberba casa de geladinhos.

E lá vão eles! A deliciarem-se, certamente, com bolinhas de meloa, manga ou kiwi, que gente desta não come caramelo e doce de leite como eu.

E quando, para a semana, aparecer na capa da TV 7 Dias que estas duas pessoas de nacionalidades tão distintas deambulam de mãos dadas nas tardes de Domingo, já podem dizer que viram primeiro no blog da Tarina "porque a Tarina é fixe" (e é para reforçar a justificação s.f.f.).


Hoje estou assim uma paparazzi camuflada

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Sábado, 29 de Agosto de 2009

Ao que parece é possivel sofrer-se de stress pós-férias, e não sou eu que o digo, quem o disse foi a senhora repórter da TVI.

O que eu digo é um "foda-se! Então uma pessoa trabalha um ano inteiro para ter um mês de férias e depois de gozadas ainda há a possibilidade de padecer de stress por voltar ao trabalho"?

A alternativa será não tirar férias, mas depois queixam-se do stress laboral!..

Eu sempre disse que o trabalho não faz bem a ninguém.



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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

O Hi5 Namoro sugeriu-me isto:
 

Ricardo - 39, Masculino, Solteiro, Portugal
Atencioso, generoso, carinhoso, educado e culto, bom ouvinte e bom conselheiro sem ser por interesse ou segundas intenções, puro e ingénuo porém desconfiado.

 

Estou tentada.



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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Quem acaba uma relação conhece todo o processo que se lhe segue.
Pode ser mais ou menos dificil, mais ou menos doloroso, mais ou menos complicado, mas a coisa não varia muito de caso para caso.

O primeiro sintoma de ruptura, e independentemente dos motivos que traçaram o seu final, são as noites mal dormidas que antecedem os dias inteiramente dedicados à análise de atitudes, questionamos o "porquê?", debruçamo-nos sobre o "como?" e supomos que "se... estaria tudo bem". Durante este período a irritabilidade é uma constante, deseja-se que o telemóvel toque a qualquer momento e sempre que o faz que seja um pedido de desculpa, uma tentativa de reaproximação.
Com a passagem morosa dos dias, a cólera dá lugar às lágrimas, à falta de vontade de comer, à sensação de injustiça e à indecisão do "é este o momento em que desisto?"
E é esta a dúvida que nos assola por tempo indeterminado. Questionamo-nos, repetidamente, se não valerá o esforço de tentar só mais uma vez, e para justificar que não, porque afinal queremos convencer-nos de que a ruptura é definitiva, tentamos relembrar apenas os maus momentos vividos na esperança de estes nos trazerem a clarividência de que "não, não vale a pena voltar a tentar". Mas, incontrolavelmente, acabamos também por recordar os "para sempre" trocados e vacilamos, porque acreditem que não é por saber que a relação "não dá" que se torna mais fácil esquecer, porque não torna, e eu sei do que falo, e assim nuns dias pensa-se que a coisa está mais que ultrapassada, que foi melhor assim, que ainda há muita gente para conhecer e que daí muitas outras oportunidades surgirão, que ainda bem que aquilo acabou porque, afinal, já nem se era assim tão feliz, que somos pessoas demasiado especiais e que para perder tempo mais valia fazê-lo no conforto do lar com a tv sintonizada n´As Tardes da Júlia.
E há os dias em que a tristeza nos acerta em cheio, tipo camião, "baaaammm..." (adoraram a onomatopeia?), e se volta ao choradinho e ao nó no estômago, e às saudades do que se partilhou, e às recordações de "como foi bom", e à vontade de reconciliação, e ao desejo de mandar uma mensagem para o programa do Goucha para que "todo o Mundo saiba".
Às vezes estas variações de humor nem sequer duram dias. Às vezes, a certeza absoluta do "nunca mais" desvanece-se e é substituída pelo "eu ainda acredito" num intervalo de duas horas, talvez até menos, e passamos do "estou tão bem, foi o melhor" para o "opáaa... queria tanto estar com ele".

Entretanto, procura-se refúgio nos amigos, porque se estes forem verdadeiros vão estar lá, e é certo que têm opinião a dar. Aliás, nestas alturas toda a gente, inevitavelmente, tem uma opinião a dar, sempre muito acertada, sempre muito segura, sempre muito "vai por mim que eu é que sei". E com isto em 15 minutos de conversa recebemos todos os conselhos possiveis "Liga-lhe; Não lhe ligues; Diz-lhe que esperas; Afasta-te de vez; Faz-lhe uma surpresa; Esquece que ele existe; Dá-lhe espaço; Dá-lhe desprezo; Se é realmente o que queres, corre atrás; Fura-lhe os pneus; Ainda te vai surpreender; Caga nisso! É um otário; Não abras mão; Ele volta; Eu não te disse que os homens são todos iguais? Não escolhas muito; Decerto tem outras coisa boas...; Deve ter é outra."

E enquanto se pensa na atitude certa a adoptar, existem dois caminhos a seguir:
1) Ficar em casa, entregue à solidão, com uma caixa de Kleenex ao lado, o dvd a passar comédias românticas que enfatizem ainda mais o drama que é a nossa vida. Recusar programas para sair, olhar para o telemóvel a cada 4 segundos, pensar que pode estar avariado e que é por isso que não toca, dar um salto à net para espairecer e ficar a remoer "porque que aquela sonsa lhe mandou um five de 'legal'?", e voltar para cama para chorar mais um bocadinho. Tentar dormir para o tempo passar mais depressa. Acordar, não ver sinal de mensagem no telemóvel, e voltar a chorar. Sair da cama apenas para o reabastecimento de lenços de papel.
2) Ocupar todos os segundos do dia, preencher a "vaga" com um novo rumo, dedicando-nos a projectos/ambições profissionais ou contando com os amigos para marcar saídas de segunda a domingo, agendar jantares ao estilo High School reunion, projectar viagens de fim-de-semana, estar sempre a perguntar se não há planos, alinhar em tudo, nem que seja para ir à peixaria com a avó velhinha que já não pode com meio kilo de lulas e, de vez em quando, ir dando uma vista de olhos ao telemóvel, que isto nunca se sabe, quando uma pessoa menos espera é quando ele toca.
3) Sim, eu sei que disse que havia dois caminhos a seguir, mas afinal há três, sendo este um misto dos dois primeiros. Conforme a disposição do dia, ora apetece que ninguém nos diga nada e nos deixe morrer sozinhos, numa valeta, ou então dá-nos para a hiperactividade e para a tal necessidade de estar sempre a fazer coisas para ocupar a mente.

E depois de tudo isto, e quando o equilibrio mental é novamente alcançado, segue-se a fase do regresso ao mercado, que é como quem diz, voltar a ter encontros. Isso pode acontecer ao fim de uma semana ou só ao fim de muitos e penosos meses, conforme o nível de auto-estima, depressão e/ou réstias de sentimento.
Quando se está infeliz e miserável pensa-se que é mesmo disso que se precisa, de novas pessoas, novas caras, novos corações, novas teorias, novas gargalhadas (ou então não, finca-se pé na tal ideia atrás referida que se não é ele então não é mais ninguém, e não há volta a dar).
Quando uma relação acaba o universo põe-se em movimento. Pensa-se em casos passados, dá-se uma vista de olhos à lista de contactos, fazemos um esforço de memória para pensar em quem é que nos arrastou a asa nos últimos seis meses, as amigas percorrem a lista de conhecidos para potenciais novos amores, pedem aos namorados que arranjem alguém para a amiga encalhada, e sucedem-se as sugestões, "Eh pá, tinha alguém mesmo perfeito para ti, mas parece que arranjou namorada há dez minutos. Que pena" ou "Não arranjes ninguém, tenho o homem da tua vida. Tem 1,50m... Há problema?".

Voltar ao mercado dá trabalho. Não só porque as exigências são cada vez maiores, mas porque, e sobretudo, também há cada vez menos gente que corresponda àquilo que se quer, ou então porque ainda temos "aquela" imagem muito presente e o que quer que se desvie da norma é automaticamente recusado.
Descobrir alguém é arriscado, ainda assim é bom, é óptimo! Os primeiros cafés, jantares, idas ao cinema. E os primeiros beijos, se a coisa correr mesmo muito bem. Mas, e pela experiência anterior, já sabemos que o nosso empenho terá de ser redobrado (e acho que é isso que me faz pensar que mais vale ir directamente para freira carmelita). Porque voltar a contar a nossa vida toda, os nossos gostos, os objectivos, aquela repressão no infantário, aquele primeiro beijinho atrás do pavilhão da escola, aquela multa que se apanhou na véspera dos 18 anos, aquela peripécia com a vizinha chata,... Bah! O bom de uma relação de algum tempo é que já se conhece a outra pessoa, já há cumplicidade, intimidade, compreensão, amor e amizade. Voltar recorrentemente à estaca zero é extenuante, é como se nos enfiassem numa montra e "agora vá, vende-te, explica lá mais uma vez porque é que és uma boa escolha, porque é que alguém deve pegar em ti e levar-te para casa".

Quando uma relação chega ao fim (e é disso que se tem estado a falar, para aqueles que já dispersaram) é fácil cair no desespero. Marcar 4 encontros por semana, fazer sexo desenfreado com o(s) primeiro(s) que se chegar(em) à frente, procurar o amor em cada esquina, vai acabar por originar repercusões, e uma delas é ficar ainda mais só e miserável do que aquilo que se estava inicialmente, porque o sentimento não se desvaneceu, não foi substituído, apenas "amassado". Claro que há aqueles casos muitíssimo raros e exóticos (que são a minha fonte de esperança e inspiração) de gente que acaba uma relação com alguém por quem era capaz de morrer e, ao fim de uma semana, "pufff", aí está um novo amor, um amor ainda maior, ainda mais correspondido e que pode ser muito bem O verdadeiro amor para toda uma vida.

Há quem opte por uma postura mais calma, ponderada, seja porque acredita nas virtudes do tempo e das atitudes racionais, seja porque ainda tem esperança que a antiga relação renasça das cinzas. E vai ficando ali, limitando-se à apatia, "não, obrigada, não aceito sair contigo porque ainda não ultrapassei toda a minha dor, o meu período kármico, e não há qualquer possibilidade de me vir a interessar por ti, nem por ninguém, nos próximos tempos". E depois há quem seja menos radical, e que, mesmo achando que dificilmente voltará a encontrar alguém especial a curto prazo, também não fecha portas, mais não seja porque fazer amigos significa renovar as fotos do quarto, mais não seja porque dar um ou outro beijinho na boca é bom e faz bem à saúde, mais não seja porque se não se conhecer gente nova e não se fizer por isso, então é que não há mesmo possibilidade de o amor renascer, e assim deixa-se a porta encostada, para que quando se ouvir um "knoc knoc" estarmos lá para abri-la.

Gosto de pensar que estou neste lote dos que mantêm a porta encostada. Quando chegará o momento de abri-la? Isso eu não sei, o que eu sei, à conta de tantas vezes ter pegado no coração e de o atirar contra uma parede, é o que toda a gente sabe mas poucos acreditam. Tempo. É a cura, é a solução, é a luz ao fundo do túnel. O que se vai fazendo com ele é que é pior.
Mas, de alguma forma, e depois de tanto rompimento, denoto que a "sabedoria" me mudou. A cada desgosto de amor já não tenho vontade de cuspir no olho de cada ser que me diz "isso vai lá com o tempo. Tudo passa, tudo se esquece. Isso agora é tempo". Pois é. E é um alívio saber disso (o que é diferente de achar que é fácil viver com isso). Porque perfeito, perfeito era se se soubesse QUANTO tempo. Quanto tempo até voltarem as borboletas no estômago (em vez do cabrão do nó), até já não se ter vontade de gritar a quem nos amarfanhou a alma, até se saltar da cama com vontade, até se disfrutar de um novo abraço apertado, até se estar pronta para despedaçá-"lo" mais uma vez. Ou talvez não, que há relações de sorte.



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Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Porque não desenvolvo grande estima pela pequena vila onde habito.

Roubaram-me os cabos* de televisão.

Entretanto aguardo a visita dos senhores técnicos da Tv Cabo que ficaram de vir às 14h30. De hoje.

 

 

 

 

 

(*Para os incultos em negócios ilícitos, estes são de cobre, descarnam-se, e vendem-se ao quilo.)



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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

É estar de diarreia devido à imensidade de chocolates e gelados que enfardo diariamente.



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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Hoje, ao final da tarde, fiz a marginal toda ao som de Esperanza Spalding- Precious e amanhã faria o mesmo, em repeat, não fosse a gasolina estar tão cara.



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Domingo, 9 de Agosto de 2009

Um casal prepara-se para abandonar a praia, munidos de dois sacos XL e de um chapéu de sol, distribuiem pesos.

Ela: Dá cá o chapéu. Leva tu um dos sacos.
Ele: Não, leva tu os sacos.
Ela: Porquê? Ajuda-me lá a levar um dos sacos!
Ele: (sussurrando) Mas é cor-de-rosa...    
Ela: Oh Nuno, por favor! Agora não levas o saco por ser cor-de-rosa!...
E o Nuno, com ar de criança mal tratada, lá levou o saco cor-de-rosa.

É engraçado como os homens vivem no constante medo de ver a sua virilidade posta em causa.
É como se isso só fosse permitido durante o Carnaval em que a fantasia preferida é de señorita peluda.



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Sábado, 8 de Agosto de 2009

Se ainda há pessoas de valor, Raul Solnado era uma delas.



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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Tudo previa que este seria mais um dia vulgar, banal, ordinário.

Porém a p*ta da máquina Multibanco tinha de me engolir o cartão e eu teria de ir à Caixa Geral e ser galada por um bonitão que em 15 minutos de conversa retribuiu-me o contacto visual umas... Errrmmm... Duas vezes! Centrou-se na região abaixo do meu pescoço e quando se apercebeu que eu o estava a topar desenvolveu um certo fetiche por pés, deixando-se levar pela vergonha.

Depois seguiu-se a breve passagem pelo Continente em que fui premiada com chupa no cabelo, porque estava distraídamente agachada a ver detergentes para a loiça quando um puto (com aquela delicadeza que só as criancinhas de 4 anos têm) vem a correr contra mim e na tentativa de se amparar agarra-se à minha cabeça libertando a guloseima numa imitação de "pega monstro".

De volta a casa e já de carro estacionado primo o botão Ol e o rádio não se desliga. Tento novamente. E mais uma vez. E só mais uma. E vá lá, só mais esta, é a última. E nada. Saio do carro, fecho as portas e o cabrão do rádio continua a emitir. "Rai´s parta isto!"
Tinha de levar a Roxy ao médico, lá me aventurei na busca de uma oficina aberta em pleno Agosto e após uma primeira tentativa falhada, parecia que o senhor Luís estava disposto a ajudar-me. E o senhor Luís bem tentou, lá isso é verdade, mas o meu rádio estava teimoso. Ligou para um outro senhor (que fiquei sem saber o nome) que prontamente se disponibilizou "daqui a 10 minutos estou aí", disse ele - demorou 40. Quando (finalmente!) chegou apressou-se a desculpar-se e eu já só lhe ofereci a comodidade do meu veículo a cheirar a filete.
O senhor mecânico II enquanto pressionava o botão freneticamente, perguntava-me se a chave tinha caído, se o rádio tinha código, se não era de origem, se eu já o tinha deixado ligado, ao que eu me limitava acenar negativamente. "É que ele dá horas", "Sim, eu sei, o problema é mesmo só do rádio", "Não sei... olhe que não sei..." e ligava-me os médios, e os piscas e os limpa pára-brisas, enquanto eu repetidamente lhe dizia "Isso é só do rádio".
Uns 20 minutos depois, eis que o senhor exclama "pois, ´tou agora a ver que o problema é mesmo do rádio", EUREKA! "Mas é que eu agora não lhe posso desmontar isto, que isto um fusível dá sempre para mais do que uma coisa e isto ainda demora..." "Mas eu não posso andar assim, que isto vai consumindo bateria", "Pois... Realmente é complicado..." "Não podemos desligar a bateria?" "Poder, pode, mas depois não anda" - isto proferido enquanto esgalha um sorriso pendente para o lado esquerdo, "Não, eu estou a dizer agora", "Ah! Isso pode-se experimentar" e lá me desligou a bateria e lá me voltou a ligá-la e lá me reacendeu os piscas e médios e percorreu postos à la ouvinte insatisfeito conferindo depois que era algum bloqueio no sistema.

Tal acto demorou tanto a concretizar-se que para que a barriga não pedinchasse mais, passei na Estação de Oeiras para adquirir franguinho assado e quando já ia a iniciar a marcha aparecem-me 2 pretos que encostam a cara ao vidro a pedir boleia, e eu pensei "pronto, é o car jacking ou então lêm o blog e agora querem o ajuste de contas", mas não, eram os meus vizinhos que me reconheceram. E eu, após tal dia atormentado, decidi contrariar o mau Karma e conceder-lhes o desejo.

Porque, meus amigos, eu sou uma boa menina, eu sei que sou e as forças cósmicas são boazinhas para mim e a prova disso é há uns dias ter encontrado 20€ no chão.

A culpa de tais acontecimentos atribulados é desses e-mails que vocês insistem em fazer circular, "para não quebrar a corrente", dizem vocês, e depois uma pessoa abre, lê que a divindade hindu vai trazer muita paz e amor dentro de 5 dias se a reencaminhar para 10 amigos em 3 horas e como a pessoa não liga nenhuma a essas fantochadas nem se considera minimamente supersticiosa elimina a divindade hindu que traria a plenitude emocional, e passados 5 dias é isto!

Por isso, de futuro agradeço que não contem com a bereletinha aquando do reenvio do fortalecimento de correntes que prometem rejuvenescimentos espirituais levados a cabo seja por Kali, Ganesha, Amaterasu, Hera, Hygeia ou por um simples Pai Nosso.

 

                                                                                                                                                  Atentamente,

                                                                                                                                                         Tarina



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AO CONTRÁRIO DO QUE O TÍTULO SUGERE ESTE BLOG EM NADA SE RELACIONA COM ROUPA. OS QUE PROCURAM, AQUI, ARTIGOS RELACIONADOS COM ESSA TEMÁTICA DESENCANTEM-SE!
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